sábado, 21 de junho de 2014

Pensamos e acontece?

Para Louise L. Hay, escritora motivacional, somos 100% responsáveis por tudo que acontece no nosso organismo. Ou seja, todas as doenças que nos acometem, são criadas por nós.
Cada pensamento que temos está criando nosso futuro.  Cada célula reage a cada pensamento que temos e a cada palavra que dissermos. Seguindo esse raciocínio, precisamos interpretar nossa doença e descobrir o que ela quer nos alertar. Só depende de nós!

“Você é muito mais do que sua mente. Você pode pensar que ela é que está dirigindo o espetáculo, mas é só porque você a treinou para pensar assim. [...] O modo como a usa agora é só um hábito, e hábitos, quaisquer hábitos, podem ser modificados. Faça sua mente parar de tagarelar por um instante e pense bem neste conceito: Sua mente é uma ferramenta que você pode usar da maneira que quiser. Os pensamentos que você ‘escolhe’ pensar criam as experiências que você tem. Se você acredita que é difícil modificar um hábito ou pensamento, isso será verdade para você.                                                            Se você escolher pensar o contrário, então isso será a verdade".

Mas lembre-se, assim como acontece com tudo que fazemos pela primeira vez, a prática vem com o tempo. Dia após dia, a prática vai melhorando, o importante é acreditar que é possível, que você pode ser curar.
E repita frequentemente a si mesmo: "Estou fazendo o melhor que posso".


Baseado no livro: Você pode curar sua vida, de Louise L. Hay





2 comentários :

  1. Muito bom esse post. As pessoas deveriam prestar mais atenção nisso. Nos dias de hoje um mínimo de controle mental já é um avanço muito grande. Esse exercício de saber que somos muito mais que a mente e que a mente é só um conjunto de pensamentos que nós mesmos criamos é excelente, prático e muito funcional! Parabéns pelo conteúdo do site! Espero de verdade que as pessoas parem pra ler porque aqui estão soluções práticas para muitas aflições.

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    1. Que bom que gostou Valdir! Atualmente, temos tantos estímulos que não paramos para nos 'analisar', não percebemos nossos próprios sinais.
      Muito obrigada pelo depoimento! Um abraço

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