sábado, 25 de outubro de 2014

Os traços da personalidade de pessoas com Fibromialgia

As pessoas mais propensas à Fibromialgia são aquelas que têm um sentido muito rigoroso e exagerado de responsabilidade.

  • Cuidam sempre de todas as tarefas, tanto sua como dos outros;
  • Estão sempre trabalhando sobrecarregados, pois consideram um dever a ser cumprido;
  • Assumem muitos compromissos, tanto de trabalho como familiar, mesmo sabendo que vão além de seu tempo e energia;
  • Realizam grandes esforços para cumprir as obrigações impostas e chegam à exaustão;
  • Pessoas com Fibromialgia tendem a ser perfeccionistas;
  • Evitam pedir ajuda ou favores, ou por orgulho ou para não incomodar os outros;
  • Muitas vezes se sentem usados por quem está próximo, pois está sempre disposto a ajudar;
  • Normalmente, sentem que seus esforços não são valorizados, mas ao invés de parar, redobram o empenho;
  • Outra característica de quem sofre de Fibromialgia é baixa autoestima, para agradar os outros, lutam para dizer não e impor limites;
  • Colocam de lado suas próprias necessidades;
  • Pode haver sentimentos infundados de culpa, quase sempre, não compartilhados;
  • Têm dificuldade de se dedicar ao lazer;
  • Outros traços de personalidade de destaque das pessoas com Fibromialgia é a rigidez do pensamento e a dificuldade para se ajustar às mudanças;
  • Na maioria dos casos há sentimentos como ressentimento ou raiva, tanto de outros como de si mesmos, por não se atrever a reverter à situação;
  • O estresse também pode estar relacionado à Fibromialgia; é possível que um estresse permanente possa culminar em Fibromialgia, assim como os sintomas da síndrome podem acarretar o estresse.

Em todos os itens, o autoconhecimento pode ajudar. Saber o que incomoda, o que desagrada e onde é possível mudar são os primeiros passos na busca por uma vida saudável.

A EFT pode ajudar neste processo!
Experimente!


Texto baseado no artigo de Anilein do site afibro.org

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12 comentários :

  1. Respostas
    1. Regiane, grata pela participação. A identificação já é um grande passo, pois nos ajuda no caminho do autoconhecimento!
      Fique em paz e sinta-se à disposição para esclarecer qualquer dúvida. Um abraço

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  2. eu tenho fibromialgia e aprendi q ser assim como ta descrito neste artigo não ta com nada. não sou assim. hoje penso em mim 1º. faço q quero, qd quero e como eu quero...e muitas vezes não faço nada! não me sobrecarrego pra mostrar nada pra ninguém pq só quem tem fibro sabe seus limites, o q muitos não entendem. se vc tem fibrto te dou um conselho....vc não tem q provar nada pra ninguém! respeite suas, dores e limitações pois ninguém o fará por vc. e seja feliz! quem te ama vai ficar feliz com a sua felicidade e não com seus préstimos ou favores. fica a dica ;)

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    1. O texto mostra características mais propensas de personalidade, não significa que todos com essas características terão Fibromialgia e nem que quem tem a síndrome, necessariamente é desta forma. Grata pela participação e depoimento, realmente o respeito deve vir primeiro de si mesmo! O amor e a felicidade alimentam, nos dão força. Fique em paz! Um abraço

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  3. Me identifiquei com tudo que foi dito na matéria!
    Hoje faço o que da para fazer, quando estou melhor vou fazendo aos poucos!
    Infelizmente na parte de lazer não é sempre que aguento estar pra cima, ai vem a critica que só sei dizer não e não quero fazer nada! Fico muito triste por não entenderem o meu lado!

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    1. Realmente é muito difícil. Mas temos que ir no nosso limite. Fazer o que dá!
      A crítica, infelizmente, é muito comum.
      Uma atividade ao ar livre sempre nos renova, ver novos ares nos inspira!
      Fique em paz!
      Muito obrigada pela declaração
      Um abraço,
      Janaina

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  4. Ola!
    essa sou eu. sinto-me exatamente assim. Mas tem uma coisa: aprendi a lidar com a dor e minimiza-la atraves de exercicios fisicos e caminhadas, logicamente, dentro do possivel. O que ultrapassar o limite do corpo nao ajuda, apenas piora. Quanto as pessoas ao redor, visualizei a importancia de saberem quanto e quando posso fazer.

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    1. O importante está justamente aí, o autoconhecimento, conhecer nossos limites!
      E quanto aos outros, a mesma coisa. Até onde posso ir? até onde o outro aguenta?
      Muito obrigada pela participação.
      Fique em paz!
      Um abraço,
      Janaina

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  5. Sou bem assim mesmo. Ainda não aprendi a lidar com isso e não me conformo em ter que me acostumar com a dor. Eu quero viver e voltar a fazer todas as coisas que eu fazia antes de ter esta maldita doença!

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    1. Nossa, eu imagino o quanto deve ser difícil conviver com a dor. Todos temos nossos limites e você deve respeitá-los. Grande parte do sofrimento vem da comparação do meu eu anterior à doença com o meu eu de agora. Não tem comparação! Tente se aproximar, fazendo coisas que gosta e que te façam bem...
      Força!
      Fique em paz!
      Um abraço,
      Janaina

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  6. Respostas
    1. Grata pela participação. A identificação já é um grande passo, pois nos ajuda no caminho do autoconhecimento!
      Fique em paz e sinta-se à disposição para esclarecer qualquer dúvida. Um abraço

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