Os traços da personalidade de pessoas com Fibromialgia

As pessoas mais propensas à Fibromialgia são aquelas que têm um sentido muito rigoroso e exagerado de responsabilidade.

  • Cuidam sempre de todas as tarefas, tanto sua como dos outros;
  • Estão sempre trabalhando sobrecarregados, pois consideram um dever a ser cumprido;
  • Assumem muitos compromissos, tanto de trabalho como familiar, mesmo sabendo que vão além de seu tempo e energia;
  • Realizam grandes esforços para cumprir as obrigações impostas e chegam à exaustão;
  • Pessoas com Fibromialgia tendem a ser perfeccionistas;
  • Evitam pedir ajuda ou favores, ou por orgulho ou para não incomodar os outros;
  • Muitas vezes se sentem usados por quem está próximo, pois está sempre disposto a ajudar;
  • Normalmente, sentem que seus esforços não são valorizados, mas ao invés de parar, redobram o empenho;
  • Outra característica de quem sofre de Fibromialgia é baixa autoestima, para agradar os outros, lutam para dizer não e impor limites;
  • Colocam de lado suas próprias necessidades;
  • Pode haver sentimentos infundados de culpa, quase sempre, não compartilhados;
  • Têm dificuldade de se dedicar ao lazer;
  • Outros traços de personalidade de destaque das pessoas com Fibromialgia é a rigidez do pensamento e a dificuldade para se ajustar às mudanças;
  • Na maioria dos casos há sentimentos como ressentimento ou raiva, tanto de outros como de si mesmos, por não se atrever a reverter à situação;
  • O estresse também pode estar relacionado à Fibromialgia; é possível que um estresse permanente possa culminar em Fibromialgia, assim como os sintomas da síndrome podem acarretar o estresse.

Em todos os itens, o autoconhecimento pode ajudar. Saber o que incomoda, o que desagrada e onde é possível mudar são os primeiros passos na busca por uma vida saudável.

A EFT pode ajudar neste processo!
Experimente!


Texto baseado no artigo de Anilein do site afibro.org

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32 comentários :

  1. Respostas
    1. Regiane, grata pela participação. A identificação já é um grande passo, pois nos ajuda no caminho do autoconhecimento!
      Fique em paz e sinta-se à disposição para esclarecer qualquer dúvida. Um abraço

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  2. eu tenho fibromialgia e aprendi q ser assim como ta descrito neste artigo não ta com nada. não sou assim. hoje penso em mim 1º. faço q quero, qd quero e como eu quero...e muitas vezes não faço nada! não me sobrecarrego pra mostrar nada pra ninguém pq só quem tem fibro sabe seus limites, o q muitos não entendem. se vc tem fibrto te dou um conselho....vc não tem q provar nada pra ninguém! respeite suas, dores e limitações pois ninguém o fará por vc. e seja feliz! quem te ama vai ficar feliz com a sua felicidade e não com seus préstimos ou favores. fica a dica ;)

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    1. O texto mostra características mais propensas de personalidade, não significa que todos com essas características terão Fibromialgia e nem que quem tem a síndrome, necessariamente é desta forma. Grata pela participação e depoimento, realmente o respeito deve vir primeiro de si mesmo! O amor e a felicidade alimentam, nos dão força. Fique em paz! Um abraço

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  3. Me identifiquei com tudo que foi dito na matéria!
    Hoje faço o que da para fazer, quando estou melhor vou fazendo aos poucos!
    Infelizmente na parte de lazer não é sempre que aguento estar pra cima, ai vem a critica que só sei dizer não e não quero fazer nada! Fico muito triste por não entenderem o meu lado!

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    1. Realmente é muito difícil. Mas temos que ir no nosso limite. Fazer o que dá!
      A crítica, infelizmente, é muito comum.
      Uma atividade ao ar livre sempre nos renova, ver novos ares nos inspira!
      Fique em paz!
      Muito obrigada pela declaração
      Um abraço,
      Janaina

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  4. Ola!
    essa sou eu. sinto-me exatamente assim. Mas tem uma coisa: aprendi a lidar com a dor e minimiza-la atraves de exercicios fisicos e caminhadas, logicamente, dentro do possivel. O que ultrapassar o limite do corpo nao ajuda, apenas piora. Quanto as pessoas ao redor, visualizei a importancia de saberem quanto e quando posso fazer.

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    1. O importante está justamente aí, o autoconhecimento, conhecer nossos limites!
      E quanto aos outros, a mesma coisa. Até onde posso ir? até onde o outro aguenta?
      Muito obrigada pela participação.
      Fique em paz!
      Um abraço,
      Janaina

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  5. Sou bem assim mesmo. Ainda não aprendi a lidar com isso e não me conformo em ter que me acostumar com a dor. Eu quero viver e voltar a fazer todas as coisas que eu fazia antes de ter esta maldita doença!

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    1. Nossa, eu imagino o quanto deve ser difícil conviver com a dor. Todos temos nossos limites e você deve respeitá-los. Grande parte do sofrimento vem da comparação do meu eu anterior à doença com o meu eu de agora. Não tem comparação! Tente se aproximar, fazendo coisas que gosta e que te façam bem...
      Força!
      Fique em paz!
      Um abraço,
      Janaina

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  6. Respostas
    1. Grata pela participação. A identificação já é um grande passo, pois nos ajuda no caminho do autoconhecimento!
      Fique em paz e sinta-se à disposição para esclarecer qualquer dúvida. Um abraço

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  7. Sou exatamente assim, e lá se vão vinte anos de fibromialgia. O mais difícil, dizer não.

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    1. Jajá, quando não dizemos não para alguém, muitas vezes, estamos dizendo para nós mesmos ;)

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  8. Me identifiquei muito com o texto. Eu era exatamente assim. Me cobrava demais. Depois da fibro, tive que aceitar minhas limitações. Não foi fácil, precisei de aconselhamento médico. Mas tive que mudar. Hoje cuido é de mim, não faço muito esforço pq sei que depois eu quem sofro as consequências.

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    1. Que bom! Um grande exemplo! Aprender e aceitar!

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  9. Infelizmente só quem tem essa doença entende. A vontade de não fazer nada é imensa, o que nós dava alegria hoje é sinal de minha incapacidade pois não consego realizar. Não existe mais o antes, só o agora e uma perspectiva muito negra para o futuro.

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    1. Poxa Sandra, muito difícil mesmo. É difícil os outros compreenderem, pois não há algo aparente como um machucado ou uma quebra quebrada. A dor está ali e o outro te vê "inteira". Viver o agora é muito importante realmente!

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  10. Parece que estava falando de mim. Passei por muitas coisas na minha vida. Separação com 2 filhos e um a caminho e também um deles com câncer, passai sozinha fazendo quimioterapia era muito sofrimento só eu e meu filho e tinha 1 ano e 8 meses na época, depois descobrir que ele tem síndrome celebelar, foi outro tipo de tratamento. Muitas coisas eu passei calada. Dando uma de forte.hoje além da fibriomealgia descubrir que tenho DPOC . Fui intoxicada pela uma usina termôeletrica que funciona a 300 metros da minha casa. Estou usando oxigênio , vcs não imagina como esta sendo difícil. Minhas dores são infernal. Vou fazer dia 02 de abril 42 anos. Fã pesei em desistir de viver muitas vezes. Mas continuo dando uma de forte. Deus ajudeus todos nos.

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    1. Todos temos os nossos limites Raquel. Você passou por muita coisa, muito sofrimento. Se precisar de alguma ajuda, pode me enviar email eftsaopaulo@gmail.com

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  11. É exatamente assim nos sentimos exaustos e mesmo assim queremos ajudar.

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    1. Simmmm. As dores não podem dominar, mas temos nossos limites!

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  12. Eu era simplesmente o que tá escrito aí. Pelo motivo de eu saber fazer muitas coisas e ser muito correta tenhas pessoa que se aproximavam de mim só pra aproveitar. Mas graças a Deus de uns dois anos pra cá eu acordei pra vida. Estou me preocupando somente comigo mesma e estou me sentindo bem melhor.

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    1. Que bom. Temos que nos respeitar, não é mesmo?

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  13. Poxa vida, sou eu esse texto todo ����������

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    1. bom para refletir né Thais. Muitas pessoas escreveram dizendo a mesma coisa... a questão é. O que posso fazer para mudar?

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  14. Exatamente eu, ainda preciso aprender muito e mudar muito

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    1. o primeiro passo já foi dado, se reconhecer!

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  15. Me identifico muito com o texto

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    1. Fico feliz que tenha contribuido de alguma forma. :)

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  16. Tão incrível esse artigo parece que foi escrito baseado na minha personalidade,Obrigada pela informação,Vou trabalhar para mudar ,nunca pensei que o meu jeito pudesse influenciar na minha fibromialgia.

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    1. Que bom que te ajudou de alguma forma, Deyse. Agora é seguir em frente e tentar mudar algumas questões ;)

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