terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Síndrome da Fadiga Crônica, você sabe o que é?

Considerada por muitos como uma doença invisível, é um problema complexo e debilitante de saúde que causa fadiga extrema durante um longo período.
Mais comum em mulheres de 25 a 45 anos, pode afetar crianças e adultos, homens e idosos, de qualquer idade ou etnia.
A causa é desconhecida, mas existem suspeitas de que ela surja após a recuperação de uma infecção viral ou depois de um trauma emocional. Há evidências, inclusive, de anormalidades imunológicas envolvidas na causa da doença.
Muitas vezes é associada à depressão, mas não se sabe se a depressão é causa ou consequência do problema. Assim como também está agregada à Fibromialgia.

Dentre os sintomas estão:
  • Fadiga intensa e prolongada por pelo menos 06 meses;
  • Diminuição da concentração ou da memória de curto prazo;
  • Garganta inflamada;
  • Sensibilidade nos nódulos linfáticos;
  • Dor nos músculos e articulações sem vermelhidão ou edema;
  • Sono pouco reparador;
  • Dores de cabeça;
  • Fadiga prolongada e mal estar após um mínimo esforço.


Para o diagnóstico, o exame é clínico e pode demorar algum tempo, pois não há um teste específico para identificar o problema.
Como a Síndrome da Fadiga Crônica é um problema de saúde com longa duração, o tratamento mais comum é de alívio dos sintomas, como analgésicos para as dores, antidepressivo e até mesmo anti-inflamatório, além do aconselhamento psicoterápico para ajudar no enfrentamento da doença.

Enfrentando a Síndrome da Fadiga Crônica com a EFT
A pessoa que sofre dessa síndrome, provavelmente, tem níveis de energia flutuantes explica o Guia de Saúde da Família (2008) e como a EFT atua, justamente, no equilíbrio energético do nosso corpo, a pessoa possivelmente terá grande alívio dos sintomas fazendo rodadas da técnica diariamente.
Além disso, o estigma de uma doença que ainda não é plenamente reconhecida pela comunidade médica, dificulta o entendimento de familiares, amigos e colegas de trabalho, o que traz grande transtorno emocional à vítima, pois como a dor é subjetiva, fica impossível medi-la exatamente.
Surgem, então, reações emocionais como ansiedade, medo e depressão que também precisam ser trabalhadas com sessões de EFT.

Com a EFT, trabalharemos:

A aceitação: não apenas compreender a dor, mas reconhecer e permitir-se sentir ansiedade, medo, raiva, desgosto, ou outros sentimentos que vêm com a síndrome. Só assim haverá segurança para enfrentar os sintomas.

O controle: o sentimento de impotência e desespero é comum, assim como a vitimização e irritabilidade. O importante é a pessoa tomar as rédeas de sua própria vida, decidir se quer ser uma vítima ou uma sobrevivente.

A memória da dor: As experiências repetitivas de dor conduzem o paciente à superestimulação do sistema nervoso e da geração de sinais espontâneos da dor, conduzindo-o a um ciclo de estresse e dor. Com a EFT limpamos todas essas memórias e quebramos esse movimento.

Compreensão: A frustração é muito grande quando o outro não entende o que passamos. Mas, como não há sintoma aparente, é comum que familiares e amigos esqueçam as limitações e dores sentidas, gerando sentimentos negativos a quem está sofrendo.

Autoperdão: A perda de capacidade para o trabalho, para o convívio com entes queridos e até mesmo para o prazer, pode criar sentimentos de culpa e fracasso. Tornar-se ciente de suas próprias expectativas, de todos os sentimentos envolvidos, nos permite analisar de forma crítica a situação. Sentimentos reprimidos podem nos conduzir ao ressentimento e emergir novamente como raiva.


Experimente!


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