segunda-feira, 20 de abril de 2015

Acróstico Fibromiálgico, terapêutico e libertador.

Cada pessoa é única, isso é indiscutível!
Sendo assim, cada um reage a seu modo, mesmo que o estímulo seja o mesmo.
Com a comunicação não poderia ser diferente... há quem prefira verbalizar, outros optam pela escrita, pelo desenho e há também quem escolha guardar para si.
Não existe certo ou errado, apenas diversidade.
E é com essa diversidade que esbarro, diariamente, no consultório.
Certo dia atendi uma moça diagnosticada com Fibromialgia. Ela não conseguia verbalizar seus sentimentos, apenas dizia que era muita dor.
A tensão era tão grande que as palavras não saiam. Suas emoções eram tão intensas que se traduziam em dor.
Tentamos diversos caminhos, todos sem sucesso.
Foi então que ela me relatou sua paixão por poesias, em especial, acrósticos.
Sugeri que elaborássemos o nosso. E assim, pouco a pouco, durante as sessões, fomos quebrando as barreiras de sofrimento e dor.
Reviver, reelaborar, ultrapassar os limites.... Neste caso, escrever teve um papel transformador e terapêutico. Foi libertador!
Segue abaixo nossa construção:


Que tal você fazer o mesmo?
Pense na sua vida e a coloque no papel...

Liberte-se!



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